quinta-feira, 26 de março de 2015

FRANÇA 1x3 BRASIL LES FANTÔMES JAUNES

Uma jeudi soir para francês nenhum botar defeito, no mítico Stade de France. Primeiro, homenagens aos campeões de 98 com mais de 100 jogos pela seleção francesa. Deschamps, Zidane, Henry, Vieira e Desaylle foram aclamados por mais de 80 mil franceses em festa. No banco, bem agasalhado e altivo, a contrapartida brasileira que vale por cinco, Jairzinho. Como em 98, o protocolo, a Marselhesa e o coro de Allez, Les Bleus, ensurdecedor. Na tribuna, o Monsieur Hollande, empertigado, revivendo Chirac. Dada a saída, vimos um Brasil encolhido, enredado na ousada e onipresente marcação francesa. Dunga abriu Neymar na esquerda, Willian na direita, apoiados pelos laterais. Firmino e Oscar tentavam movimentação, mas, pararam nas linhas de azul. A França abriu o jogo levando perigo no jogo aéreo e na velocidade tentando imprensar o Brasil em seu campo. Benzema, aos 9m, perdeu gol feito, nas mãos de Jefferson. Neymar respondeu, obrigando Mandanda a fazer linda defesa. Varane, zagueirão do Real Madrid de 1,91, subiu no meio da zaga brasileira e fez 1x0, igualzinho a Zidane, em 98. O Brasil deu uma caída, mas, recompôs-se bem rápido, achando um gol de empate, antes do intervalo, jogadinha veloz de Willian, na esquerda e o chute de bico de Oscar, no canto. Dunga não mexeu, muito menos Deschamps. Mas o Brasil mudou a postura, voltou trocando passes com objetividade, precisão e muita velocidade, envolvendo o time francês. Neymar desempatou, em lindo chute cruzado e três minutos depois, Benzema chutou o empate dos bleus para fora, livre diante de Jefferson. Luiz Gustavo fez 3x1, cabeçada mortal, imitando Zidane, fechando o placar e a revanche brasileira. Dunga colheu mais uma vitória de recomposição da moral da seleção, a sétima seguida. Foi uma vitória com autoridade, inesperada, para calar trajanos, canalhas e implicantes pirracentos. Domingo, Londres pela manhã, outro amistoso, com cara de Premier League, mais de 60 mil ingressos vendidos no estádio do Arsenal em uma possível final antecipada da Copa América e revanche para o Chile.     


Neymar fez um golaço e buuu!!! para 80 mil franceses, exorcizando os fantasmas de Saint Denis 98



segunda-feira, 23 de março de 2015

CALDENSE, ABSOLUTA.

Além de Mamoré 4x0 Tupi, no sábado, a 9ª rodada do Mineiro 15 teve os seguintes resultados: URT 0x1 Caldense, Villa Nova 1x1 Democrata-GV, Boa Esporte 1x1 Guarani, Tombense 0x3 Atlético, em Ipatinga e o clássico no Horto, América 0x2 Cruzeiro. Liderança merecida da Caldense, seguida pela dupla Cruzeiro e Atlético e com o Tombense fechando o G4.






domingo, 22 de março de 2015

MAMORÉ 4x0 TUPI AOS VENCEDORES, NÃO AS BATATAS, MAS, O MEIO DA TABELA, QUASE O MÓDULO II.




Parabéns, aos responsáveis! Na temporada de 2015, o Tupi cumpriu com irretocável eficiência seu objetivo traçado para o Campeonato Mineiro. Meio de tabela, brigando para não cair. Quantos milhares de reais não foram poupados com a fiel execução do roteiro? Quem serão os galácticos contratados para a disputa do Brasileirão, série C, a partir de maio? Saindo da ironia inofensiva e voltando a dura realidade, pergunto: Quem assume a RESPONSABILIDADE pelo conjunto da obra? O Conselho Gestor? O todo poderoso, infalível, abnegado e festejado dirigente? O treinador qualificado, com sua comissão igualmente qualificada, que tem no currículo o retorno do clube a série C e aceitou trabalhar em cima do planejamento do fracasso? Teoricamente, no papel, o time não é  feio. Apresentou lampejos de qualidade em alguns jogos, mesmo saindo derrotado.  A pré temporada e a impressão deixada no jogo de estréia contra o Atlético foram enganosas. Decepções aconteceram, tanto no individual, quanto no coletivo. Mas, como fazer cobranças, como liderar uma campanha melhor, mais digna das tradições do Tupi se o discurso é de conformismo, de aceitação do fracasso? Que mensagem os dirigentes passam ao elenco, aos torcedores, a imprensa esportiva, aos patrocinadores, ao futebol mineiro e nacional? Não seria muito mais adequado formar um time mais consistente no inicio da temporada, fazer uma campanha de G3, que no Tupi não é inédita e sim, recorrente, usar 11 jogos como preparação, buscar uma vaga na Copa do Brasil da temporada seguinte, com benefícios técnicos e financeiros? Ao fim da disputa do Mineiro, teriamos um time entrosado, que seria reforçado com contratações pontuais, jogadores compativeis com a disputa da série C. O que esperar do futuro carijó? Vem por ai uma quarentena de apreensão, de insegurança, de livre cornetagem.  Anexo, o video da TV Sapo, do Mamoré, que resume o triste sábado do Tupi, impiedosamente goleado em Patos de Minas. Que o 4x0, com a crueza de suas imagens, nos desperte do torpor, da aceitação silenciosa e genuflexa do discurso irresponsável, do planejamento mal traçado, do desrespeito com que o futebol do Tupi vem sendo gerido. 


sexta-feira, 20 de março de 2015

SEMANA VITORIOSA DO BRASIL NA LIBERTADORES

O Corinthians segue com a melhor campanha brasileira na Libertadores. Aproveitamento de 100% com 6 pontos, graças a vitória de 2x1 sobre o Danúbio, no Uruguai, na terça passada. O primeiro tempo foi ruim, jogo amarrado, violento e com muitos passes errados. Tite pedia movimentação, velocidade e jogo aberto, mas, só no segundo tempo o time correspondeu. O Timão abriu o placar aos 24m, com Guerreiro e aumentou para 2x0, aos 34m, com Felipe. O Danúbio descontou, em linda jogada de Barreto, nos acréscimos. O grande objetivo de Tite é manter a liderança do grupo e o aproveitamento que permita vantagens e mando nas fases seguintes, missão teoricamente facilitada por ter três jogos seguidos sem sair da capital paulista.

Na quarta, dois brasileiros em campo. O São Paulo, fervendo em cobranças e desavenças internas, suou para ganhar do abençoado San Lorenzo, no Morumbi. Foi a conta do chá, na pressão, no espírito de Libertadores. Muricy fez o tricolor tocar a bola e insistir com chuveirinhos e bola aérea, manjadissimos, para furar a marcação dos argentinos. O San Lorenzo tentou aproveitar os espaços na intermediaria tricolor e criou algumas chances no primeiro tempo. Bianco testou uma bola com perigo na trave de Ceni. No segundo tempo jogo embolado e pressão improdutiva do São Paulo que só melhorava quando abria o jogo com Carlinhos e Michel Bastos. Pato torceu o tornozelo, Kardeck entrou e foi jogar na área com Luiz Fabiano e Centurion. O gol só saiu aos 44m, cruzamento de Carlinhos na cabeça de Michel Bastos. A vitória deu a vice liderança da chave ao São Paulo e uma trégua no ambiente.

O Atlético foi a Bogotá correndo riscos de eliminação precoce, jogou com atitude, teve sorte e se impôs ao Santa Fé com eficiência e objetividade. A vitória do Galo quebrou tabus e manteve o time com chances de avançar na competição. O Santa Fé ficou 35 anos invicto contra estrangeiros no El Campin e a derrota para um time brasileiro foi inédita. Lucas Pratto tomou conta da área, entendeu-se bem com Cárdenas e Luan e foi premiado com o gol de cabeça, aos 13m do segundo tempo. São Victor fez defesas importantes e ajudou a garantir a vitória. O Galo ocupa a terceira posição da chave, liderada pelo Colo-Colo. Será preciso superar Atlas e os próprios colombianos na busca do bi.


Leandro Damião foi decisivo e conduziu o Cruzeiro a uma vitória sobre o Mineros e a liderança do grupo. O placar de 2x0 não refletiu o sufoco tomado pelo time celeste em Guayana, Venezuela. Damião e Marcelo Oliveira criticaram o entrosamento incipiente e a marcação frouxa da equipe. O artilheiro cobrou técnica e toque de bola, fez um gol no primeiro tempo e serviu Marquinhos ao fim do jogo para fazer o 2x0. O Cruzeiro só ficou mais seguro com as mudanças no segundo tempo, Ceará, na direita e Charles, de volante. Em busca de entrosamento e equilíbrio, os titulares de Marcelo vão jogar o clássico contra o América, pelo Mineiro. 


segunda-feira, 16 de março de 2015

TUPI 3x0 VILLA NOVA SURIAN E O TIME DERAM O BOOT DA RECONCILIAÇÃO E O TUPI VOLTOU.

De quinta até domingo, bastidores fervendo em Santa Terezinha. Nada de vassouradas, fora todo mundo. Parece que cobranças internas aconteceram, após o fiasco da apresentação contra o Boa e rusgas inúteis, com a imprensa e torcida. Resultado: Mudança de atitude, time pilhado, raça em campo. Fizeram rodar o cd, deram o boot e o Tupi que todos queríamos voltou. O Villa veio a JF desarticulado com a goleada sofrida para o Cruzeiro e precisando vencer. O primeiro tempo foi carijó, de superação, com um a menos, a partir de 10m. Com Arrabal expulso, Surian recuou Ulisses e fez entrar Ygor em lugar de Rafael Assis, mudança bem sucedida que deu equilíbrio ao time. Fajardo vociferava do banco, cobrando que seu time aproveitasse a vantagem numérica, impondo-se ao Tupi. Melhor em campo, o Galo fez 1x0 aos 46, pênalti em Ygor, convertido por Daniel Morais. Voltando do intervalo, o Villa fez duas mudanças, entraram Kaká e Dodô, em busca de pressão e empate. Surian não mudou o Tupi. O Galo sofreu pressão, tomou um susto, com Thiaguinho quase metendo um gol contra e matou o jogo com 26m, outro pênalti sofrido e convertido por Daniel. O Leão perdeu a chance de descontar e reagir com Dodô chutando para fora com o gol vazio, aos 42m. Danigol fez hat trick, fechando o 3x0, aos 45m. Com direito a pedir música no Fantástico. A galera saiu feliz com a vitória convincente e Surian reconciliou-se com a imprensa, dando algumas declarações sensatas e outra, nem tanto. Mas, falarei a respeito em outro texto. A 8ª rodada do Mineiro 15 teve no sábado, Boa Esporte 0x0 América e ontem, Guarani 1x2 Tombense e Atlético 4x0 URT, todos, resultados benéficos ao Tupi. Hoje, teremos Democrata x Caldense e quarta, Cruzeiro x Mamoré.




Video do blog Loucos pelo Tupi F.C. de Aloysio Guedes.

quinta-feira, 12 de março de 2015

TUPI 0x0 BOA VERGONHA, INDIGNAÇÃO #QueroMeuTupiDeVolta.

Os relatos de torcedores via Facebook e Whatsapp, presentes no MH foram assustadores. Tentavam descrever a revolta, a indignação geral com a atuação do time do Tupi, no 0x0 contra o time horroroso do Boa Esporte na noite de ontem. Uma atuação desastrosa, em todos os sentidos, que não vou me dar ao trabalho de descrever. O desastre parece tomar conta de pessoas e condutas, normalmente competentes, sóbrias. Dentro de campo, poucas e honrosas exceções, entre as quais, o goleiro Glaysson e o mito, Ademilson. O conjunto da obra, a campanha de um ponto por cada jogo, meio de tabela, com risco de rebaixamento, decorre muito mais do que o objetivo mal traçado e anunciado, em todas as mídias. A campanha irregular sinaliza algum problema interno desconhecido de todos. Felipe Surian dá sinais de cansaço, de desgaste. Algumas reações, suas coletivas, sua intranqüilidade emitida do banco estão irreconhecíveis, fora do tom. Faltam quatro rodadas para o desfecho. É preciso uma reação, para cumprir a meta do Mineiro, chamada, desejada, quase uma imposição. Jogar para não cair. Quem me conhece, sabe que sou contra vassouradas, limpas generalizadas, caça às bruxas. Assim, do jeito que estamos vendo, nem o mais otimista dos apoiadores carijós pode resistir, condescender, aceitar. E falta muito pouco tempo, contado em dias, para começar a disputa da série C, cujo objetivo traçado pelos luminares da gestão carijó é o simples aprendizado. O que podemos esperar? Enquanto escrevo, o portal Toque de Bola noticia, ouvindo o vice de futebol, Dr. Maranhas, que, Surian permanece como treinador até o final do Mineiro. E se não acontecer a exigida reação?    


A 7ª rodada do Mineiro 15 teve, além de Tupi 0x0 Boa Esporte, os seguintes resultados: Cruzeiro 4x0 Villa Nova, que manteve a Raposa líder, América 3x0 Mamoré, Tombense 3x1 Democrata-GV e URT 2x0 Guarani. O encerramento é hoje, com Caldense x Atlético, 19h30.

segunda-feira, 9 de março de 2015